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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Está quase, quase!

 
Hoje chegou a cama do IKEA. Montá-la vai ser um desafio! :-)

Faltam, ainda, umas coisitas, como recuperar umas cadeiras, etc. Isto, dentro de casa, porque o quintal vai ter que voltar a ser todo limpo: as paredes caiadas, as árvores cortadas, os canteiros tratados.

... Nada, porém, que comprometa a habitabilidade; por isso é a montagem da cama que determina o início das mudanças.

Cama Brimnes, do IKEA. Foto de catálogo.
 
Pessoalmente, não aprecio espaldares. Por isso, para mim, esta cama não o levaria.
Acontece que quem irá agora viver na casa será a minha mamã, e ela quer assim, por isso assim será. Curiosamente, a medida que este tem de profundidade é a mesma do banco alentejano que eu iria pôr aos pés da cama, por isso é ela por ela. Venha de lá a cabeceira!
 
O cabide, atrás da porta da entrada.
A mesa para o pequeno-almoço, que, aberta, dá para quatro pessoas.
É para ser substituída, um dia destes, por uma branca e com gavetas.
Ligação entre a sala e a cozinha, através de um pequeno arco.
O corredor e a marquise.
Dilema: mantenho o plano das duas cadeiras de verga com a mesinha ao meio, ou ponho ali um sofá que "herdei", igualmente capaz de proporcionar muitos momentos de conforto com bela vista para o jardim?
A casa de banho já tem cortinas. Falta só o espelho.
Tudo para não furar os mosaicos! :-)
Cumé, dona, vamos passear ou não?
Sim, vamos ali ao parque em frente!

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Et voila! A casinha arranjadinha, limpinha e arrumadinha, pronta a habitar! :-)
Ainda faltam alguns "aquis e alis" funcionais e decorativos, mas nada de mais.

 
Nota-se um bocadinho que eu não sou dada a ter muito mobiliário. Não tenho armários na casa de banho, nem cómodas ou mesas de cabeceira no quarto, nem móveis na sala. Não os acho necessários, e, a havê-los, dou-lhes um uso alternativo: o aparador para a TV é um caixote recuperado, a mesinha de apoio da sala mais não é que um banco, a escrivaninha é um toucador, uma velha cristaleira fará de biblioteca, as cadeiras são todas em segunda mão e as prateleiras fi-las eu, com achados e criatividade.
“Os móveis fazem falta para arrumação”, costumam dizer-me. Mas nem sempre. Uma casa como esta, com uma cozinha criada de raiz, um espaço exclusivamente para arrumos e uma despensa generosa, oferece a possibilidade perfeita para prescindir dos móveis típicos à vista.

Admito, porém, que acabei por comprar alguns: cama e sofá. E porquê? Apenas e só a pensar no conforto dos meus pais; para quando me visitassem e/ou quisessem pernoitar na casota.
A verdade é que, assim não fosse, para dormir bem me bastaria um colchão (gosto deles colocados num nível ligeiramente superior do chão) e, na sala, um sofá de paletes e uns grandes almofadões.

Mas ainda bem que o fiz, pois escolheu o destino que viesse a ser a minha mãe a habitar a casa.
Ele há coisas...!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Brackets

Segue uma espécie de adenda à publicação anterior. Estive à procura, e encontrei isto na net:


Quero isto dizer: afinal sempre existem poleias em verde rústico por aí. Mas só aprecio a primeira.

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Aqui, as da Anthropologie. As minhas são as últimas: vineyard brackets, ainda mais bonitas ao vivo.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Estantes

A prateleira em escadinha (ver "Mãos à Obra!") é para colocar no quarto. Vai encostar à parede cinzenta, do lado esquerdo, com o tampo superior a começar na parede que com ela faz esquina. Quer isto dizer que ficará à direita do tocador que terá função de escrivaninha, e que o mais baixo dos tampos fará as vezes de mesa de cabeceira. Levou várias camadas de tapa-poros e foi muito bem lixadinha. Agora só falta pintar de branco. Mais concretamente, falta eu descobrir onde diabo guardei a lata de tinta que já comprei há imenso tempo.


A outra tabuínha é para fazer uma prateleira rústica na cozinha. Resgatei-a da rua, já que procurava algo realmente usado e tosco. Vinha toda suja, cravejada de pregos ferrugentos e com aquela cor castanho acinzentado que eu adoro na madeira. Foi toda lavadinha (a esfregão, detergente e mangueiradas) e isoladinha com tapa-poros (nada de verniz, para não perder o aspecto baço). E, apesar de ter vindo à superfície a sua cor original (bem mais clara e amarelada do que parecia), continua cheiinha de charme. 

A ideia é apoiá-la numas poleias (também chamadas cantoneiras ou mãos francesas) que mandei vir propositadamente da Anthropologie. Estas poleias é que já não são genuínas, e sim uma excelente imitação do rústico. É que eu meti na cabeça que as queria em verde (apesar de também as adorar em branquinho decapé, só que para colocar sobre a parede branca, entre o frigorífico e uma mesa da mesma cor, achei menos interessante); e as que encontrei à venda não vinham com as suas pinturas antigas, e sim com umas pinceladas de esmalte a tentar tapar-lhes a idade, de uns verdes muito garridos, com tinta acumulada nos cantos e outras misérias que lhes tiravam toda a beleza. Vai daí, das duas uma: ou as adquiria 'ao natural', em ferro forjado, ou insistia na vontade de as encontrar com aquele aspecto com que as imaginei. Insisti, e encontrei. Não as encontro é na página de onde as mandei vir, por isso, por enquanto ficam aqui estas inspirações:




Adenda: acabei por encontrar as poleias que eu queria mostrar. Mostro-as aqui.