segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sobre o branco, o simples e afins

Que gosto do branco, já se percebeu. Que prefiro a simplicidade à complexidade, também é verdade. Não preciso colocar aqui uma miríade de exemplos de espaços bem clarinhos e quase vazios para provar que podem ser bonitos; porque espaços bonitos há-os de todo o género. Mas apetece-me partilhar umas quantas imagens que me têm agradado, apesar de não tão simples em tudo (incluindo a cor). Ou seja: algumas coloridas mas em tons suaves e ainda outras experiências, um pouco mais cromáticas, mas que considero que resultaram muito bem:


Tons suaves (dão cenários de luxo... Apesar de que, para mim, falta sempre qualquer coisa):


Colorindo um pouco (porque não? - mas também não é exactamente a minha onda):


Colorindo muito (e muito, e cada vez mais, até à ousadia, o que é de se aplaudir):


Colorindo cinzentos e envelhecidos (também carece que se tenha muito bom gosto):



Vou dizer o que me falta em tudo isto: naquelas imagens mais viradas para os tons pastel, falta-me a descontração, a veracidade. Parece-me tudo demasiado estudado, excessivamente arrumado. Nas versões coloridas, falta-me o usado, o genuíno. E mesmo nas últimas duas fotos, porque são de inspiração marroquina, falta-me o toque e a lembrança da aldeia, do campo e das gentes.

De certa forma, é bom saber o que procuramos, quando começamos a remodelar uma casa.

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